Amunes e Acip promovem debate sobre desafios da previdência municipal

Durante a reunião, um grupo formado por representantes de institutos de previdência dos municípios capixabas foi criado para a elaboração de uma pauta a ser deliberada com órgãos de controle estaduais

Com objetivo de discutir a situação da Previdência Municipal, a Associação dos Municípios do Espírito Santo (Amunes), em parceria da Associação Capixaba de Institutos de Previdência (ACIP), promoveu um encontro, na tarde desta quinta-feira (09), de diretores, presidentes e técnicos de Institutos de Previdência Municipais de todo o Estado. O evento aconteceu no auditório da sede da Amunes, no Centro de Vitória.

“A situação previdenciária municipal hoje é complicada. Os municípios estão tendo de pagar essa previdência dos servidores inativos e dispor de recursos em um momento financeiro muito difícil, por isso criamos este momento para debater o tema”, informou Gilson Daniel, prefeito de Viana e presidente da Amunes.

O presidente eleito da ACIP, Wilson Maques Paz, destacou a importância da parceria com a entidade. “É bastante relevante esta parceria com a Amunes, já que essa Associação nos ajudará a estreitar ainda mais relações com as prefeituras, e principalmente com os órgãos de controle estaduais, uma vez que é necessário promover conversas e alinhar questões sobre procedimentos e comportamentos adotados por esses órgãos”, contou.

Os participantes tiveram a oportunidade de abordar o cenário de seus órgãos, e os desafios que estão sendo enfrentados, e compartilhar as dificuldades e experiências do dia a dia de trabalho. Assuntos como reforma da previdência, atuação dos órgãos de Controle do Estado, certificado de Regularidade Previdenciária (CRP), cálculo atuarial, também fizeram parte da conversa.

Além disso, durante a reunião, um grupo formado por representantes de institutos de previdência dos municípios capixabas foi criado para a elaboração de uma pauta a ser deliberada com órgãos de controle estaduais.

“Faz-se necessário discutir o assunto, uma vez que, se a reforma da previdência não for aprovada, nossos municípios poderão quebrar. Precisávamos discutir este assunto para deliberar com os órgãos de controle”, ressaltou o presidente da Amunes

“A reforma ainda vai passar por um grande debate no Congresso, mas, nossa análise inicial é de que a reforma é benéfica para os municípios, pois prorroga um pouco a questão do passivo atuarial (provisão estatística de planos de benefícios de previdência complementar)”, completou.

Fonte: amunes.org.br

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